Dicas

É sabido que um carro possui muitos componentes e para quem não vivencia a rotina de um centro automotivo, alguns termos parecem até coisa do outro mundo, mas para que você conheça um pouquinho sobre nosso universo selecionamos alguns termos e suas finalidades.


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  • O alinhamento é a correção no ângulo da direção, tem a finalidade de oferecer maior segurança e melhor dirigibilidade. Qualquer alteração de alinhamento, ocasionada por impacto, trepidação, compressão lateral e desgaste da suspensão, poderá comprometer o bom comportamento do veículo, ou provocar desgaste irregular e prematuro dos pneus. São quatro os itens envolvidos no alinhamento: convergência, divergência, cáster câmber. Todos eles devem ser observados no alinhamento.

  • É recomendado alinhar seu veículo a cada 5.000 km, ou quando:

    • Os pneus estiverem apresentando desgaste excessivo.
    • Estiver com desgaste da barra de rodagem dos pneus em forma de escama,
    • Um pneu tem maior desgaste que o outro
    • Volante duro
    • Quando sofrer impacto fortes em buraco, guias, etc..
    • Quando o veículo puxa para os lados numa pista plana.
    • Quando o veículo desvia e puxa para os lados ao freiar.
    • Quando for efetuar troca de pneus.
  • É a compensação feita para equilibrar o conjunto pneus e rodas com a aplicação de contrapesos de chumbo. O balanceamento deve ser feito toda vez que for desmontado o pneu da roda para concerto, na instalação de um pneu novo, no primeiro sinal de vibração no volante, quando haver desgaste irregular da banda de rodagem, e preventivamente a cada 5.000 km.

    • Quando os pneus apresentarem desgaste excessivo;
    • Trepidação das rodas dianteiras;
    • Carro tende para os lados quando o volante é solto com o veículo em movimento;
    • Quando o veículo puxa para os lados ao acionar os freios;
    • Portanto é recomendável fazer o balanceamento e rodízio de pneus a cada 5000km.
  • Pneu

    Para cada veículo há um tipo de pneu apropriado. Isso evita má aderência e proporciona conforto e resistência ao transportar carga e passageiros. Por exemplo, um pneu com a nomenclatura 175/70 R13 S significa que ele tem 175 milímetros de largura e que a altura de sua lateral é de 70% dessa medida. O R é de radial, 13 é o diâmetro em polegadas do aro da roda e S indica que a velocidade máxima para este tipo de pneu é de aproximadamente 180 km/h. Seja antes de viajar, ou mesmo antes de ir para o trabalho, sempre é importante verificar o estado dos pneus. Estar com eles em estado irregular é considerado infração grave, com perda de cinco pontos na carteira e pagamento de multa.

  • Suspensão

    Seu objetivo é controlar a estabilidade, trepidação, oscilação e flutuação das rodas em contato com as irregularidades do piso. Sem as peças fundamentais como amortecedores e molas não seria possível amenizar o impacto das rodas com o solo, transmitindo desconforto aos ocupantes do carro. Os sistemas de suspensão podem ser independentes, interdependentes, a ar e até “inteligentes” ou ativos. Caso os componentes do sistema de suspensão estejam comprometidos, a não substituição deles pode provocar o desgaste dos pneus e, pior do que isso, comprometer a estabilidade do veículo, prejudicando a sua dirigibilidade e podendo provocar acidentes graves. Para evitar maiores problemas, o proprietário deve seguir as orientações do manual do proprietário e submeter o veículo a revisões e manutenções periódicas.

  • Manter a suspensão do seu veículo em dia não é tarefa fácil nas ruas desse país!

    Rodar em vias e estradas mal conservadas pode acarretar diversos problemas mecânicos no sistema de suspensão, responsável por absorver os impactos do movimento do automóvel.

    Buracos e irregularidades deslocam os pontos de fixação da posição inicial do sistema de suspensão, fazendo o carro perder conforto, dirigibilidade e segurança. Como a fixação é toda realizada por meio de parafusos ajustáveis, recomenda-se fazer com frequência a regulagem desses pontos. Este processo, chamado de geometria de suspensão, deixa as quatro rodas novamente centralizadas, formando um retângulo.

    Muita gente confunde esse procedimento com o alinhamento. Mas a geometria, além de realinhar o carro, averigua outras especificações técnicas dos fabricantes: convergência, divergência, câmber e cáster.

    O mau funcionamento da suspensão diminui a vida útil dos pneus, aumenta o consumo de combustível e o desgaste da banda de rodagem.

    A manutenção preventiva deve ser feita em todas as revisões estipuladas pelo fabricante do veículo – ou pelo menos a cada sete mil quilômetros.

    Também é recomendado realizar este procedimento quando houver desgaste ou troca de pneus, substituições de itens da banda de rodagem, dificuldade de manter o carro em sua trajetória, e após fortes impactos contra buracos, pedras, guias ou outros objetos.

    A revisão no sistema de suspensão inclui a inspeção dos seguintes ítens:

    • Amortecedores
    • Batentes
    • Coxins
    • Molas
    • Buchas
    • Bieletas
    • Braços axiais
    • Bandejas
    • Pivôs
    • Terminais
  • Amortecedores

    Os amortecedores são peças de extrema importância para a segurança do veículo e sua conservação. O amortecedor é a peça responsável por fazer o controle das oscilações da mola do veículo automotivo, também ajudando a manter o pneu em contato direto e contínuo com o solo. O amortecedor é um equipamento que integra o sistema de suspensão do automóvel, onde Instalado junto com as molas em cada uma das rodas, compensa o balanço, absorve as oscilações da carroceria e é responsável por manter as rodas do carro sempre em contato com o chão diante das diferentes superfícies e irregularidades que podem surgir no solo, como lombadas e buracos. Não é fácil para o veículo encarar o sobe e desce diário em terrenos irregulares. Pode haver desgaste prematuro e fadiga dos componentes dos amortecedores, a circulação persistente sem o devido cuidado, ao passar por lombadas, depressões e buracos.

  • Quando o amortecedor está em bom estado, transmite o mínimo possível dos desníveis para a carroceria, ou seja, mesmo mantendo a roda constantemente em contato com o solo, o motorista e seus passageiros sentem o mínimo possível de falhas e demais atritos que poderiam causar desconforto e avarias no veículo.

    Essa peça é um item fundamental para a segurança, e sua má conservação pode afetar a capacidade de dirigibilidade do automóvel, ou seja, pode ficar cada vez mais complicado controlar o veículo. A preservação dos pneus, força nas rodas de tração e eficiência dos discos de freios estão diretamente ligadas ao bom funcionamento do amortecedor.

    Durante uma viagem, é tão importante verificar os amortecedores quanto decidir qual é o destino. Quando apenas algumas partes do pneu sofrem desgaste, pode ser um indício de que o amortecedor está com problemas.

    É recomendável que seja feita a manutenção preventiva nessas peças antes de rodados 40 mil quilômetros

  • Alguns modelos de veiculo possui um sensor na pastilha que liga uma luz no painel indicando a necessidade da troca das pastilhas. Já outros modelos não possui esse dispositivo, e é verificado as condições das pastilhas nas revisões preventiva ou quando a mesma apresentar algum tipo de barulho ou chiado ao freiar.

    A pastilha é um componente do sistema de freios, formado basicamente por uma placa metálica na qual são moldados materiais de atrito à base de resina, fibras sintéticas e partículas metálicas. A função das pastilhas é gerar atrito com os discos para diminuir ou parar a roda do veículo.

    Características e benefícios:

    • Testadas por procedimentos de engenharia que excedem às situações extremas de utilização do veículo;
    • Controle rigoroso quanto à distância de parada, durabilidade e ruído;
    • Capacidade em manter um nível de atrito adequado à alta temperatura, sob água ou alta velocidade;
    • Maior durabilidade dos discos;
    • Produção automatizada (manuseio mínimo);
    • Produção com equipamentos e ferramental de última geração;
    • Ecologicamente consciente: aprovação "Cetesb" para o processo - sem aterro, resíduo 100% reciclado;
    • Preocupação com a saúde: não contém Amianto.

    Manutenção preventiva:

    Faça revisão preventiva do sistema de freios do seu veículo. Para estar sempre seguro e obter uma performance adequada do sistema de freios, faça a revisão preventiva completa do sistema, ao menos uma vez por ano, principalmente se:

    • Planeja viagem mais longa que o percurso habitual do veículo;
    • Depois de tempo úmido ou infiltração por água (fatores que aumentam a corrosão por agentes químicos);

    Recomendações:

    • Fluido de Freio - verifique o nível a cada 30 dias e troque a cada 10.000 km ou 12 meses, o que ocorrer primeiro;
    • Sistema de freio - Solicite a um mecânico especializado inspecionar a cada 5.000 km.

    Freadas bruscas:

    Nos primeiros 500 km rodados não sejam utilizados os freios de forma brusca (exceto em caso de emergência), pois pode-se provocar o azoamento dos discos de freio devido ao excesso de temperatura, o que poderá vir a anular a garantia do disco de freio. Com a utilização normal os freios vão se recuperando gradativamente até atingirem a eficiência total (assentamento). Fique de olho na quantidade de água presente no fluido de freio.

  • Disco de Freio

    O sistema de freios constitui uma das partes mais importantes e vitais de um veículo, sendo projetado para dar o máximo de rendimento com um mínimo de manutenção. Corretamente conservado e ajustado, o sistema de freios proporciona ao motorista a garantia de uma frenagem segura, sob as mais diversas condições de tráfego.

    No uso contínuo de um veículo, nenhum componente é tão intensamente sujeito a esforços e altas temperaturas quanto o sistema de freios, isto em decorrência das frenagens. Embora sejam os componentes de um sistema de freios rigorosamente projetados e fabricados, o uso contínuo dos freios durante um período resultará em desgaste natural de alguns de seus componentes.

    Estes desgastes serão compensados por dispositivos automáticos de ajustagem incorporados ao sistema de freio pelo fabricante. Contudo, a necessidade de substituição de certos componentes após determinado tempo de serviço deve ser prevista.

    Dicas:

    1. Substitua os discos de freio quando atingirem a espessura mínima;
    2. Na troca de pastilhas sempre substitua ou retifique os discos de freio;
    3. A espessura dos discos de freio do mesmo eixo deve ser igual;
    4. Troque sempre os discos de freio e as pastilhas de freio do mesmo eixo;
    5. Lave os discos de freio com desengraxante antes de ser montado no veículo;
    6. Limpe as faces de contato entre o disco de freio e o cubo. Com uma lixa retire todas as oxidações e rebarbas da face de encosto do cubo;
    7. Evite contaminar a superfície dos discos e das pastilhas de freio durante o manuseio.

    O disco de freio suporta, durante as frenagens, altas temperaturas e esforços mecânicos extremos. O uso de discos de freio com espessura abaixo da mínima especificada pelo fabricante poderá ocasionar sérios problemas, como:

    • A. Maior possibilidade de superaquecimento dos freios devido à menor quantidade de material;
    • B. Menor resistência mecânica da peça, podendo ocorrer empenamento, trincas ou até mesmo a quebra total do disco de freio;
    • C. Travamento do êmbolo da pinça de freio.

    Atenção:

    O aparecimento de vibrações no veículo durante as frenagens não está relacionado somente aos discos de freio, há outras causas que contribuem para o problema da vibração.

    1. Após montado no veículo, a oscilação máxima (empenamento) permitida no conjunto disco/cubo/rolamento não deve exceder aos seguintes valores:

      Automóveis: 0,10mm - Pick-Up (A/C/D - 10/20, F-1000, F-4000, etc): 0.13mm

      Fixe o disco de freio ao cubo (com os próprios parafusos da roda) e encoste a ponta de contato do relógio comparador 5mm abaixo da borda do disco de freio. Gire-o devagar e faça a leitura.

    2. A folga axial nos rolamentos das rodas não deve exceder a 0,054mm, caso contrário substitua-os ou faça o ajuste necessário. Para medir a folga axial nos rolamentos de roda, empurre o cubo para trás, encoste a ponta de contato do relógio comparador no centro da face do cubo, puxe-o para frente e faça a leitura.
    3. A oscilação lateral (empenamento) do cubo não deve exceder a 0,05mm. Para medir a oscilação lateral (empenamento) do cubo, encoste a ponta de contato do relógio comparador próximo a sua borda. Gire-o e faça a leitura.
    4. Aplicação ou montagem incorreta dos rolamentos;
    5. Impurezas na face de encosto do disco e cubo;
    6. Desbalanceamento das rodas;
    7. Problemas na suspensão;
    8. Freio traseiro com tambor ovalizado.

    Se algum dos itens citados estiver fora do especificado, não será concedida a garantia do disco de freio. Observação: logo após ter sido feita a troca dos discos e pastilhas de freio, tem-se pouca eficiência do sistema de freio; isto é considerado normal pois, apesar das peças serem novas, não se tem o contato total entre as faces de frenagem (assentamento).

    Esta condição de trabalho contribui para o superaquecimento do sistema de freio, por este motivo é recomendado que nos primeiros 500 km rodados não sejam utilizados os freios os freios de forma brusca (exceto em caso de emergência), pois pode-se provocar o azoamento dos discos de freio devido ao excesso de temperatura, o que poderá vir a anular a garantia do disco de freio.

    Com a utilização normal os freios vão se recuperando gradativamente até atingirem a eficiência total (assentamento).

  • O sistema de freios constitui uma das partes mais importantes e vitais de um veículo, sendo projetado para dar o máximo de rendimento com um mínimo de manutenção.

    O uso contínuo dos freios durante um período resulta no desgaste natural de alguns de seus componentes. Por isso, é de extrema importância para a segurança dos passageiros verificar o estado dos discos, pastilhas e o nível do fluído de freio, em todas as revisões estipuladas pelo fabricante do veículo ou, pelo menos, a cada 10 mil quilômetros.

    Tenha cuidado na escolha correta do fluído. A aplicação de um fluído não adequado pode reduzir a eficiência da frenagem ou mesmo danificar o sistema, colocando a segurança em risco.

    A revisão inclui a inspeção dos seguintes itens:

    • Pastilhas
    • Disco
    • Cilindro
    • Tambor
    • Patim
    • Fluído de freio
    • Flexíveis

    Prevenção

    Para que essa medida seja eficiente não basta apenas trocar uma roda pela outra. Deve-se fazer também o alinhamento e a calibragem correta, além de toda a manutenção preventiva que deve estar em dia com o seu veículo. Se o carro apresentou algum problema desse tipo, o ideal é comprar um novo conjunto de pneus após a manutenção.

    A recomendação é que a calibragem seja feita com regularidade de 15 em 15 dias, enquanto o alinhamento deve ser conferido a cada seis meses. Se você precisar substituir apenas um pneu, opte por colocar o novo produto na parte traseira - responsável pela estabilidade de trajetória do carro, segundo o veículo dentro de uma curva.

  • É muito comum ouvir falar do rodízio de pneus, principalmente em centros automotivos e outros informativos sobre a durabilidade dos produtos. Ele é uma prática comum que tem como objetivo equilibrar o desgaste entre os quatro pneus com a alternância de suas posições segundo a recomendação da montadora.

    Quando o carro é de tração dianteira - que é a maior incidência nos carros de passeio brasileiros - os pneus dianteiros costumam se desgastar mais rápido do que os traseiros, devido ao torque do motor e o esforço direcional para esterçar. Nesse panorama, a troca dos pneus dianteiros pelos traseiros garante um descanso para aqueles que sofrem maior desgaste, e assim funciona com os veículos de tração traseira e 4x4.

    Existem pequenos cuidados e medidas que podemos tomar a partir de agora e fazer a nossa parte para praticar uma direção mais consciente e ecológica. Que tal colocar em prática o quanto antes?

    1. Confira a calibragem dos pneus, principalmente antes de viagens mais longas.
    2. Retire acessórios que não estiverem sendo utilizados, como racks, bagageiros ou suportes para bicicletas. Eles prejudicam a aerodinâmica e geram amor resistência do ar.
    3. Não corra. As altas velocidades resultam em maior resistência aerodinâmica. Consequentemente, maior será o esforço do motor e maior será o consumo de combustível. Se precisar correr, feche os vidros do carro.
    4. Esvazie o porta-malas. Quanto mais pesado o veículo estiver, mais esforço para o motor, que vai queimar mais combustível.
    5. Dirija suavemente. Acelerações bruscas, frenagens de emergência e retomadas forçam o motor.
    6. Evite a primeira marcha. Passe para as marchas mais altas sempre que possível.
    7. O trânsito está ruim? Desligue o motor em paradas superiores a 1 minuto.
    8. Use o ar condicionado com consciência, apenas em situações de extrema necessidade. O funcionamento do ar demanda maior quantidade de combustível.
    9. Cheque sempre as condições do óleo do motor, filtros e do sistema de escapamento. Tudo deve estar em perfeito estado para evitar emissões excessivas de CO2.
    10. Libere o pedal do acelerador em descidas e, se possível, procure não acelerar excessivamente nas subidas.
  • Calibrar pneu

    O ideal é verificar a pressão uma vez por semana, mas nunca deixe de calibrar os pneus pelo menos a cada quinze dias.

    Outro ponto importante é calibrar os pneus sempre quando eles estiverem frios. Caso o carro já tenha rodado bastante, as altas temperaturas da rodagem vão dilatar os pneus (o que é um processo natural), e nesse caso a calibragem não será eficiente.

    Por isso tente fazer o processo sempre pela manhã, evitando encher os pneus aquecidos e também a sujeira e umidade que se acumulam nos bicos e mangueiras dos compressores de ar durante o dia.

    Pneus descalibrados - Sintomas e danos causados

    Pneus descalibrados são a causa de falta de estabilidade, trepidações no volante, desgaste prematuros nos pneus e também de danos mecânicos à suspensão.

    Quando falta ar nos pneus e sua pressão interna fica abaixo do especificado, há uma alteração na superfície de contato dos pneus com o solo. A banda de rodagem não toca o piso como deveria se a pressão estivesse normal, e isso causa desgaste irregular e acelerado dos ombros do pneu. Resultado: gasto precoce da estrutura do pneu, aumento no consumo de combustível por causa do maior esforço do motor para fazê-lo rodar, superaquecimento das borrachas do pneu, e consequentemente, rompimento e separação de suas estruturas.

    No entanto, quando a pressão dentro dos pneus está muito alta, a mesma alteração acontece, mas o desgaste irregular acontece na parte central da banda de rodagem. Além de acelerar o desgaste do pneu e diminuir sua vida útil, a alta pressão interna enfraquece o pneu e ele fica muito mais sensível a furos, cortes, podendo até estourar em caso de impactos. A alta pressão dos pneus também é prejudicial ao alinhamento das rodas, e pode causar danos à aos amortecedores, molas e outros componentes mecânicos da suspensão.

  • A troca de óleo pode parecer simples, mas é fundamental para a vida útil do motor. Veja tudo que você precisa saber sobre troca de óleo do motor.

    Os prazos de troca sempre geram dúvidas, e uma lubrificação deficiente é capaz de causar danos que vão da redução de desempenho e aumento do consumo de combustível até o famoso “motor fundido”, cujo conserto pode custar até metade do valor do automóvel.

    Para evitar prejuízos, confira tudo que você precisa saber sobre troca de óleo do motor e aumente a vida útil do seu carro:

    Mineral x Sintético Como os óleos sintéticos têm custo elevado, o usuário costuma optar pelos lubrificantes minerais. Entretanto, os sintéticos são considerados pelos especialistas como a melhor opção.

    Esses produtos proporcionam benefícios de longo prazo, como economia de combustível, partidas mais rápidas, redução do desgaste e aumento da vida útil do motor.

    É importante lembrar que o ganho de desempenho gerado pelo lubrificante sintético pode não valer muito a pena num popular, já que o produto custa até cinco vezes mais que um mineral.

    Engana-se quem pensa que não tem problema colocar qualquer óleo no motor do carro. Quando precisar trocar, utilize o óleo específico indicado no manual do proprietário – as fábricas investem meses em Pesquisas para saber qual o lubrificante mais recomendado para cada motor.

    Se tiver que completar o nível com óleo de outra marca, certifique-se de que eles têm a mesma especificação, com composição e viscosidade compatíveis. O que não se pode fazer de maneira nenhuma e misturar mineral com sintético.

    Com ou sem aditivo?

    A maioria das montadoras não recomendam usar aditivos no óleo, até porque, segundo os fabricantes, o óleo já vem com um pacote de aditivo balanceado. Assim, acrescentar outro aditivo poderia comprometer a vida útil do motor. O motorista também corre o risco de perder a garantia se utilizar aditivos em carros novos. Para saber se a sua montadora autoriza ou não, consulte o manual do veículo.

    Não se esqueça do filtro

    Não adianta nada trocar o óleo e manter o mesmo filtro. Cada veículo tem uma especificação, mas, geralmente, a indicação é substituir os dois juntos; afinal, o filtro impede a circulação de impurezas no motor. Manter o filtro pode comprometer outras peças que têm custo elevado quando comparadas à economia de economizar no filtro. Portanto, troque o filtro para garantir que o motor não fique impregnado por impurezas e gere um prejuízo maior.

    Definindo o nível - O nível correto do óleo é entre o mínimo e o máximo da vareta. Ao contrário do que diz o senso comum, o nível não precisa estar no máximo, e sim em qualquer estágio entre as marcas. Não coloque óleo acima do nível recomendado, ou o motor poderá ter vazamentos.

    Motor frio para medir e quente para trocar - Outra dica importante é medir o óleo com o motor do carro frio, de preferência após 10 minutos de desligado. Quando o motor está quente, o óleo ainda não desceu todo para o reservatório, podendo dar a impressão de que o nível está mais baixo.

    Já para trocar o óleo, o ideal é que o motor esteja quente. Dessa forma, o óleo ficará mais fino e, consequentemente, escorrerá com mais facilidade.

    Óleo também fica velho - Se o motorista rodar pouco e não atingir a quilometragem estipulada para a troca, deve substituir o lubrificante após seis meses. Após esse prazo, o produto fica velho e pode danificar a bomba de óleo, responsável por manter em dia a lubrificação do veículo.

    Baixar é normal - O óleo baixa mesmo que o motor esteja em boas condições. Segundo as montadoras, é normal baixar entre meio litro e um litro de óleo a cada mil quilômetros rodados, dependendo do modelo. Daí a importância de completar o óleo entre as trocas.

  • Embora não interfira no funcionamento do veículo, a substituição periódica do filtro do ar-condicionado é fundamental para boa qualidade do ar dentro da cabine de passageiros.

    Filtros sujos são nocivos à saúde. O acúmulo de fungos e bactérias pode provocar ou acentuar problemas de alergia ou doenças respiratórias. Fumantes e pessoas que vivem em cidades com alto índice de poluição, como São Paulo, devem ficar ainda mais atentas.

    A manutenção preventiva do sistema de ar-condicionado do veículo prevê a troca do filtro de cabine todos os anos ou a cada 15 mil quilômetros, além da troca de correia do compressor, aos 40 mil quilômetros.

  • Pneus

    No Brasil tem-se a cultura de colocar os pneus novos na dianteira, visando a segurança estar na direção somente, isso não procede. Segundo especialistas e testes comprovam que o correto é sempre colocar os pneus novos na traseira onde numa curva a aderência na pista é de 70% na traseira e 30% na dianteira, ou seja, toda estabilidade é mais na traseira do que na dianteira.

    Portanto, os pneus novos é recomendável colocar na traseira.